Por não existirem exames laboratoriais que facilitem o diagnóstico, esse é um dos principais desafios para médicos e pacientes quando se trata da fibromialgia. O diagnóstico depende completamente dos testes clínicos e do olhar do médico.

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Para diagnosticar alguém com fibromialgia, o médico leva em consideração diversos fatores do histórico do paciente. A dor é a manifestação central da doença. Relatos como “dor desde sempre” geralmente são o primeiro sinal que leva o médico a investigar mais profundamente. Os pacientes costumam relatar que sentiram alguma dor durante toda a vida ou constantemente a partir de um trauma.

Dor de cabeça, dores e desconforto associados à menstruação e ovulação, dor na articulação tempo-mandibular (“dor ao mastigar” como a queixa mais comum), fadiga crônica, alterações gastrointestinais funcionais (como cólicas e hábito intestinal irregular, alternando períodos de obstipação e diarreia), endometriose, dores nas costas e pescoço, etc, são os relatos mais comuns.

Além das dores, outros sintomas colaboram para que o médico faça o diagnóstico, tais como cansaço crônico, problemas de memória e concentração, insônia e sono não reparador, vontade constante de urinar, suor em excesso e sensibilidade ao frio. Se você sente estes sintomas e suspeita estar com fibromialgia, procure um médico e saiba mais sobre a síndrome.

Consulte sempre seu médico

Referências:

https://www.minhavida.com.br/saude/materias/17579-fibromialgia-diagnostico-nao-pode-ser-feito-com-exames-e-tratamento-e-individualizado

  

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