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Dia Mundial de Combate à Dor

Publicado 29/11/2018
Notícias

Dor nas costas, dor de cabeça, dor de dente, dor no joelho... Independente da causa e do tipo, toda dor é incômoda e interfere de alguma forma nas atividades cotidianas. Em menção ao Dia Mundial de Combate à Dor (17/10), vale a pena relembrar o que podemos fazer para evitar que as dores da fibromialgia prejudiquem nosso bem-estar.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)¹, 30% da população mundial sofre com alguma dor crônica e, de acordo com pesquisa recente², pessoas com dor crônica geram uma despesa anual (remédios e consultar) per capita de R$ 3.126,23, ou seja, mais do que o dobro gasto por pessoas sem queixas de dor (R$ 1.241,57).

 

Entre as dores crônicas que mais causam impacto no dia a dia estão: enxaqueca crônica, lombalgia, reumatismo, dor oncológica, dor no ombro e fibromialgia. O que elas têm em comum? O fato de durarem mais de 15 dias por mês durante três meses ou mais, o que caracteriza qualquer doença como crônica.

 

No caso da fibromialgia, ela costuma dar sinais através da dor generalizada, fadiga, perda de memória, depressão, entre outros, e algumas vezes pode ser confundida com outros problemas – o que pode causar demora no diagnóstico e reforça a importância de buscar ajuda médica o quanto antes.

 

Para tentar amenizar os sintomas da fibromialgia, os reumatologistas indicam atividades como pilates e alongamento, mas essas práticas variam de acordo com os limites de cada um. Pense sobre o que você gosta de fazer e converse com o seu médico, questione o que pode ser bom para você e comece a combater a dor.

 

Este texto não substitui a consulta médica. Somente o especialista pode te orientar sobre qualquer tipo de tratamento e medicação.



Referências

¹ 15 fatos sobre dor crônica, mal que afeta mais de 60 milhões de brasileiros

² O preço da dor 

³ Reumatismo: dores crônicas que incapacitam os pacientes